Publicado por: baptistasdecantanhede | 11 de Julho de 2011

O DEUS QUE CORRIGE

SUBMETA-SE À DISCIPLINA DIVINA

Uma comunhão quebrada entre o SENHOR e o seu povo é o resultado sempre dos nossos erros espirituais. Infidelidade Espiritual gera Cegueira Espiritual e esta, por sua vez, mergulha a sociedade na Injustiça Social.

Na EBD de ontem, o Missionário Roberto Santos apresentou a 6ª lição da Unidade 1 da revista de Jovens e Adultos. As lições estão baseadas em estudos nos livros do Profeta Jeremias. O tema deste Verão é “Ancorados na Fé”.

Tomando por base o capítulo 19 do livro do Profeta Jeremias, o professor destacou a importância de compreendermos a diferença de estarmos sob Disciplina Divina e o que vem a ser Provação Divina. Para ilustrar esta diferença foi apresentada a história do Missionário Baptista Adoniram Judson. Embora ele e sua esposa Ann Hasseltine Judson tivessem vidas exemplares diante do Senhor, imensas provações se abateram sob sua família. E aquilo não era Disciplina, mas sim provação.

A Disciplina Divina nos leva a escrutinar nosso comportamento diante do Senhor visando corrigir falhas nos nossos procedimentos. Uma vez detectado onde está o pecado que levou à disciplina, compete a nós nos arrependermos, pedirmos perdão ao nosso Deus e evitarmos continuar no caminho que nos conduziu àquele erro.

Um erro comum, até mesmo entre crentes, é achar que estamos lidando com um Deus bonachão, que está disposto a relevar todas as nossas falhas em nome de um Amor Divinal que está acima de tudo, inclusive da reprimenda. Para muitas pessoas, Deus é só Amor, por isso não há espaço para a Disciplina no Seu proceder para conosco.

Este tipo de pensamento reflete o quanto se desconhece da Palavra de Deus. O valor da disciplina é afirmado em quase todos os gêneros literários das Escrituras. Na Lei, o Senhor avisou que a desobediência do seu povo o levaria a castigá-lo sete vezes mais (Levítico 26.18). No seu pacto com o Rei David, o Senhor prometeu disciplinar os descendentes do rei (2 Samuel 7.14). A oração do salmista foi “Bem-aventurado é o homem a quem tu repreendes, ó Senhor” (Salmos 94.12). Num provérbio, Salomão declarou: “As repreensões da correcção são o caminho da vida” (Provérbios 6.23). Jeremias orou: “Castiga-me, ó Senhor, mas com medida, não na tua ira” (Jeremias 10.24). O apóstolo Paulo reconheceu: “Eu subjugo o meu corpo e o reduzo à servidão” (1 Coríntios 9.27). Em Apocalipse, o Senhor ressurecto declarou à igreja de Laodicéia: “Eu repreendo e castigo a todos quantos amo” (Apocalipse 3.19).

De capa a capa, a Bíblia ensina a importância da disciplina. A Disciplina Divina ensina aos crentes o que é certo e o que é errado. O Senhor disciplina os seus filhos obstinados numa tentativa de os fazer voltar para si. A Disciplina Divina ajuda os crentes a crescerem até a maturidade. Assim, devemos reconhecer e submeter-nos à disciplina do Senhor nas nossas vidas.


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